22 de fevereiro de 2011

CEO do Twitter coloca no terreno rebeldes infiltrados em países africanos porque o Twitter sem rebeliões sociais morre

Ao contrário do Facebook, o Twitter continua demasiado dependente de catástrofes naturais e de revoluções para manter alguma dinâmica. Com a demissão de Mubarak, o tédio regressou à rede social do passarinho azul. Dick Costolo, o CEO do Twitter, já anunciou que pretende alastrar a Revolução dos Jasmins a novos países. “O Twitter não salvou o Egipto, o Egipto é que salvou o Twitter. Precisamos de começar a ganhar dinheiro. Estamos a contratar revolucionários e a agendar as próximas revoluções. Não podemos ter já várias revoluções. Tem de ser uma de cada vez. Vamos tentar que os ditadores não sejam tenrinhos com o Mubarak. Temos que fazer render. Vamos lançar o rastilho na Líbia, Argélia, depois temos o Iémen, Mauritânia e Jordânia. Pode ser que depois possamos voltar ao Egipto e à Tunísia para aquilo descambar de novo”, revelou.