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27 de agosto de 2010

Juíza Ana Peres pede ajuda a José Rodrigues dos Santos para acabar escrita de acordão da Casa Pia

A juíza que preside ao julgamento do processo Casa Pia já pediu a ajuda do frenético escritor para conseguir ter o documento pronto no dia 3 de Setembro. O jornalista já tem na sua posse milhares de documentos, depoimentos de vítimas, testemunhas e terá um papel importante no resultado da sentença, já que utilizará os seus dotes de interpretação dos factos. “O acórdão vai reflectir os factos novos trazidos pela investigação do historiador e criptanalista português Tomás Noronha, que foi à Casa Pia e a Elvas e descobriu manuscritos de alunos da Casa Pia, de provedores da Casa Pia e de outras pessoas envolvidas. O acórdão terá também a colaboração do pai de Tomás, matemático, de um professor de Física da Universidade de Coimbra, o professor Luís Rocha, e da Ariana Pakravan, física nuclear e funcionária do Ministério da Ciência do Irão, investigadores que já tinham colaborado noutros livros meus e que já mostraram do que são capazes”, afirmou José Rodrigues dos Santos.

17 de agosto de 2010

Justiça portuguesa tem o dobro da área ardida em relação ao ano passado

O aumento significativo da área ardida na Justiça, face a igual período de 2009, deve-se às condições climatéricas do caso Freeport. Nas duas últimas semanas arderam 160 227 hectares de mata e 70 mil hectares de povoamentos pertencentes a Pinto Monteiro e mais de 130 mil hectares de mato pertencente a Cândida Almeida. Segundo os últimos dados, ainda estão activos 456 incêndios desde o dia em que presidente do Sindicato dos Magistrados afirmou que Pinto Monteiro não era independente do poder e estão mais duas centenas de incêndios por apagar depois das chamas provocadas pela notícia que dava conta de que Cândida Almeida negociou a inclusão das 27 questões no despacho final como contrapartida pela não inquirição do primeiro-ministro e ministro da presidência. Segundo um especialista, o maior problema é que quem devia estar a apagar os fogos da Justiça está a usar Canadairs para lançar quantidades industriais de gasolina por cima dos fogos e a situação acaba por piorar ainda mais.

16 de agosto de 2010

Central brasileiro desejado pelo Porto tem um estilo muito idêntico a Cândida Almeida a travar os procuradores

O internacional sub-20 brasileiro Rafael Tolói, do Goiás, é o jogador escolhido para substituir Bruno Alves, que rumou ao Zenit. Tal como Cândida Almeida foi o esteio de Sócrates no Freeport, Rafael foi o esteio da selecção na vitória do Campeonato Sul-Americano de Futebol Sub-20, em 2009. Tal como Cândida Almeida, Rafael Tolói possui um fantástico sentido posicional, bom jogo de cabeça, bom corte em antecipação, qualidade a sair a jogar, grande eficácia no desarme e estampa física possante para o confronto directo. “Queremos que Helton sinta o que Sócrates sente com Cândida Almeida: confiança absoluta, segurança e sensação de que o jogo está sempre controlado e que nada de mal poderá acontecer”, afirmou Villas-Boas.

3 de agosto de 2010

Mário Crespo reduz intensidade de sotaque britânico quando pronuncia “Freeport” porque processo já não está em segredo de Justiça

O fim do segredo de Justiça do processo Freeport ditou diversas alterações na dicção de Mário Crespo. O jornalista abandonou o sotaque Londrino à meia-noite de dia 27 e tem estado a fazer uma incursão progressiva pelos sotaques irlandês, escocês, galês, de Liverpool, Birmingham, Nottingham, Norfolk, Essex, Bristol, Sussex, Surrey, Dover, Hampshire, Cornwall, Leeds e Sheffield, tendo pronunciado “Fripór” no dia de ontem pelas 23 horas e 15 minutos.

27 de abril de 2010

Prison Break versão do Novo Código de Execução de Penas terá apenas seis episódios de 10 minutos cada

Já está em marcha a nova versão de “Prison Break”, série de televisão de acção da autoria de Paul T. Scheuring, história que gira em torno de um homem que recebeu a sentença de morte por um crime e que tem um plano para fugir da prisão antes que aconteça a punição. A nova série é inspirada no novo Código de Execução de Penas que entrou em vigor há duas semanas. Na nova história, Lincoln Burrows é condenado a 25 anos de prisão por ter assassinado dois polícias e, ao contrário da série original, não tem nenhum plano de fuga. “No primeiro episódio tenho quase um quarto da pena cumprida. Depois é só esperar mais uns dias e no sexto episódio faço um requerimento ao director-geral dos Serviços Prisionais e fico em liberdade sem ficar sujeito a vigilância”, afirmou o actor.

2 de março de 2010

PGR manda investigar contradições de Pinto Monteiro

O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, mandou Maria José Morgado abrir um inquérito com prioridade e urgência para que o DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) averigue as contradições de Pinto Monteiro. “O caso é especialmente grave já que eu recusei o acesso aos despachos de arquivamento ao crime de atentado contra o Estado de Direito afirmando que os documentos continham escutas entre Armando Vara e José Sócrates e afinal estas não constam. É preciso investigar porque é que eu menti ao parlamento e a toda a gente. Eu não posso continuar a fazer isto. É preciso pôr cobro a mim próprio”, acusou Pinto Monteiro.

Publicado no Inimigo Público de 26 de Fevereiro de 2010

PGR manda investigar contradições de Pinto Monteiro

O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, mandou Maria José Morgado abrir um inquérito com prioridade e urgência para que o DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) averigue as contradições de Pinto Monteiro. “O caso é especialmente grave já que eu recusei o acesso aos despachos de arquivamento ao crime de atentado contra o Estado de Direito afirmando que os documentos continham escutas entre Armando Vara e José Sócrates e afinal estas não constam. É preciso investigar porque é que eu menti ao parlamento e a toda a gente. Eu não posso continuar a fazer isto. É preciso pôr cobro a mim próprio”, acusou Pinto Monteiro.

22 de dezembro de 2009

Juíza-presidente Ana Peres anunciou alterações ao despacho de pronúncia: Bibi tem 25 anos, mudou de signo, é apenas acusado de não ter seguro e chama-se Tânia

Cinco anos depois do início do julgamento do processo Casa Pia continuam a existir alterações quanto aos factos imputados aos arguidos. A juíza-presidente Ana Peres anunciou que o instrutor de Fitness Jorge Ritto, o entregador de pizzas João Ferreira Diniz, o ex-pianista do Hotel Ritz Manuel Abrantes e a delegada de informação médica Amélia Antunes (ex-Hugo Marçal) já não são acusados de crimes de abuso sexual a menores. Os referidos arguidos são agora acusados dos crimes de fraude fiscal e contrabando através de uma rede chefiada pelo perchista estagiário Carlos Cruz e que introduzia ilegalmente em Portugal, na zona de Guimarães, tabaco proveniente de Espanha e Andorra.

Publicado no Inimigo Público de 18 de Dezembro de 2009

Edição online do Inimigo Público aqui

2 de dezembro de 2009

Moura Guedes apanhada a vasculhar no lixo judicial das traseiras do Palácio da Justiça

Os dados confidenciais de utentes e empresas que constam de documentos judiciais foram encontrados no caixote do lixo do Palácio da Justiça, em Lisboa. Manuela Moura Guedes tem estado a usufruir desta clara violação das normas de confidencialidade e das normas dos tribunais para tentar recolher mais dados bombásticos que incriminem José Sócrates. "Já li quatro contentores e só encontrei escrituras, relações de heranças, notificações para audiências ou peritagens de seguradoras de pessoas que não interessam para nada. É frustrante ter tanto trabalho a juntar pedacinhos de milhares de documentos judiciais e não encontrar nada de jeito. Já só me falta ver um contentor. Estou a rezar para que debaixo daqueles restos de comida chinesa estejam documentos confidenciais sobre o Freeport ou Face Oculta", afirmou Manuela Moura Guedes.

29 de outubro de 2009

Autor da expressão "aqui para nós que ninguém nos ouve" queixa-se que ninguém lhe paga royalties

Um português de 57 anos vai processar 14 milhões de pessoas por violação de direitos de propriedade intelectual. O autor pede uma indemnização de 20 mil milhões de euros pelo uso indevido das expressões “voltar à vaca fria”, “isso são outros quinhentos”, “estágio não remunerado”, “pernas para que te quero”, “peço desculpa pelo meu francês”, “andar com a casa às costas", "de mão beijada", "com uma mão à frente e outra atrás", "trazer água no bico", “fazer uma tempestade num copo de água", “na mesma como a lesma”, “agitar antes de abrir” e “encerrado para descanso do pessoal”.

20 de outubro de 2009

Mega investigação Ministério Público: provas concluem que existe conluio entre informações meteorológicas e farmacêuticas para vender mais paracetamol

Não são só as empresas produtoras de vacinas da gripe A a utilizarem os média com objectivos comerciais. Centenas de pessoas estarão envolvidas numa gigantesca fraude que envolve manipulação de informações meteorológicas, induzindo em erro os cidadãos. “Fizemos escutas telefónicas e temos provas de que delegados de informação médica subornavam meteorologistas para que estes inflacionassem as temperaturas máximas em 5 a 10 graus centígrados. Apreendemos também milhões de agasalhos e gabardines que não aqueciam nada propositadamente. A indústria dos têxteis e as opções estéticas dos grandes criadores de moda são encomendadas pelas multinacionais do paracetamol”, afirmou um bufo do MP.

Publicado no Inimigo Público de 16 de Outubro de 2009

Edição online do Inimigo Público aqui

3 de março de 2009

Facebook de árbitro recebeu fruta virtual antes de um jogo do Porto

O Ministério Público está a investigar o Facebook de Pedro Proença, árbitro do clássico FC Porto-Benfica que assinalou uma grande penalidade inexistente a favor do FC Porto. O Ministério Público detectou um número inusitado de toques dados no perfil de Pedro Proença pelo presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, Vítor Pereira. “A nossa base de investigação é a aplicação do Starbucks no Facebook. Estamos a fazer a triagem. Para a semana vamos chamar a “Caffè Latte”, a “Caffè Mocha” e a “Caramel Macchiato” para depor em tribunal. Também temos mensagens suspeitas no mural do Facebook do empresário António Araújo de uma tal de “Blueberry Muffin” ”, afirmou Maria José Morgado.



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