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22 de fevereiro de 2011
CEO do Twitter coloca no terreno rebeldes infiltrados em países africanos porque o Twitter sem rebeliões sociais morre
Ao contrário do Facebook, o Twitter continua demasiado dependente de catástrofes naturais e de revoluções para manter alguma dinâmica. Com a demissão de Mubarak, o tédio regressou à rede social do passarinho azul. Dick Costolo, o CEO do Twitter, já anunciou que pretende alastrar a Revolução dos Jasmins a novos países. “O Twitter não salvou o Egipto, o Egipto é que salvou o Twitter. Precisamos de começar a ganhar dinheiro. Estamos a contratar revolucionários e a agendar as próximas revoluções. Não podemos ter já várias revoluções. Tem de ser uma de cada vez. Vamos tentar que os ditadores não sejam tenrinhos com o Mubarak. Temos que fazer render. Vamos lançar o rastilho na Líbia, Argélia, depois temos o Iémen, Mauritânia e Jordânia. Pode ser que depois possamos voltar ao Egipto e à Tunísia para aquilo descambar de novo”, revelou.
12 de janeiro de 2011
Idosos compram milho para dar ao passarinho do Twitter
Se os jovens estão fascinados com o Facebook, os idosos parecem estar fascinados com o Twitter, rede social cujo logotipo é um passarinho azul. “Abri uma conta no Twitter e agora passo o dia a dar milho ao passarinho. Ele até já vem comer à minha mão. Não gosto de outras redes sociais. Ofereci dois pares de meias ao boneco do MSN pelo Natal e ele nem me agradeceu. O passarinho do Twitter é que é um querido. E também gosta muito que eu lhe dê Bolacha Maria, tal como o Poupas da Rua Sésamo e os pássaros do filme do Hitchcock. São todos lindos!”, disse com emoção a velhota.
4 de abril de 2009
Homenagem a João Marcelino
João Marcelino opina sobre o Twitter (vídeo no final):
1 Esta semana fui almoçar com um amigo, também jornalista. Quando regressei, as pessoas com quem mais de perto trabalho já sabiam com quem tinha estado, e onde. Acabara de ser "vítima" da arma mais juvenil das redes sociais, o twitter, ainda por cima às mãos de um jornalista. Felizmente, o "repórter" não entendera ser importante referir que eu e o António Tadeia (desculpa lá ó António corroborar na indiscrição) comemos jaquinzinhos, daqueles que, por falta de corpo, passariam à justa nas malhas da ASAE, se passassem. E fora elegante ao ponto de não referir a pequena nódoa que eu, por aselhice no manuseio de uma chávena de café, trazia nas calças desde a manhã desse dia. Tenho de agradecer. Em 140 caracteres, apesar de tudo, quem capricha pode ser ainda mais inconveniente, quiçá malcriado. Eu, desta vez, escapara…
2 Confesso: também frequento o twitter, de vez em quando, à procura de ideias interessantes, e de notícias, mas o que ali vejo predominar por enquanto é o egocentrismo, a vaidade mal disfarçada, e, imagino, muito problema de solidão. Já que me deram o pretexto, aproveito: faz-me confusão ver pessoas com responsabilidades - no jornalismo, na política, em muitas áreas da vida social portuguesa - a discutirem em público temas tão interessantes como o exame da próstata, a informarem-nos sobre o que comem, a dizerem aos seus fanáticos e devotos "seguidores", que cultivam com evidente gozo e em orgulhosa competição, onde estão e o que fazem. Sinceramente, respeito mas não gosto. Em definitivo, só estranho que estas novas estrelas do big brother twitter, algumas das quais se rebelaram na altura contra o tabloidismo de determinados formatos televisivos, chafurdem agora no mesmo mundo, oco e exibicionista, ainda por cima de borla. O José Castelo Branco, ao menos, fazia-se pagar pelas rábulas. E às vezes tinha graça, o que não é de somenos.
1 Esta semana fui almoçar com um amigo, também jornalista. Quando regressei, as pessoas com quem mais de perto trabalho já sabiam com quem tinha estado, e onde. Acabara de ser "vítima" da arma mais juvenil das redes sociais, o twitter, ainda por cima às mãos de um jornalista. Felizmente, o "repórter" não entendera ser importante referir que eu e o António Tadeia (desculpa lá ó António corroborar na indiscrição) comemos jaquinzinhos, daqueles que, por falta de corpo, passariam à justa nas malhas da ASAE, se passassem. E fora elegante ao ponto de não referir a pequena nódoa que eu, por aselhice no manuseio de uma chávena de café, trazia nas calças desde a manhã desse dia. Tenho de agradecer. Em 140 caracteres, apesar de tudo, quem capricha pode ser ainda mais inconveniente, quiçá malcriado. Eu, desta vez, escapara…
2 Confesso: também frequento o twitter, de vez em quando, à procura de ideias interessantes, e de notícias, mas o que ali vejo predominar por enquanto é o egocentrismo, a vaidade mal disfarçada, e, imagino, muito problema de solidão. Já que me deram o pretexto, aproveito: faz-me confusão ver pessoas com responsabilidades - no jornalismo, na política, em muitas áreas da vida social portuguesa - a discutirem em público temas tão interessantes como o exame da próstata, a informarem-nos sobre o que comem, a dizerem aos seus fanáticos e devotos "seguidores", que cultivam com evidente gozo e em orgulhosa competição, onde estão e o que fazem. Sinceramente, respeito mas não gosto. Em definitivo, só estranho que estas novas estrelas do big brother twitter, algumas das quais se rebelaram na altura contra o tabloidismo de determinados formatos televisivos, chafurdem agora no mesmo mundo, oco e exibicionista, ainda por cima de borla. O José Castelo Branco, ao menos, fazia-se pagar pelas rábulas. E às vezes tinha graça, o que não é de somenos.
30 de março de 2009
Sócrates promete twitter com 150 caracteres se ganhar as eleições
José Sócrates anunciou ontem um pacote de medidas de apoio aos geeks mais desfavorecidos. Os internautas desempregados vão poder escrever 150 caracteres por cada “post” no Twitter, serão seguidos por todos os autores do blogue Jugular e terão direito a retweets diários nas contas twitter ligadas ao governo. A oposição já veio criticar esta medida do governo. “É um engodo. As pessoas que optem pelo regime especial dos 150 caracteres estarão limitadas a 125 caracteres a partir de 2011”, afirmou Paulo Rangel.
20 de fevereiro de 2009
5º lugar do Top Twitter de Portugal trabalha nas "secretas" tem 2600 seguidores e milhares de updates sobre as suas investigações
Um dos dirigentes dos serviços secretos militares portugueses é uma das maiores revelações da Web 2.0 de Portugal. O funcionário de topo do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) está apenas a 3 seguidores de ultrapassar o twitter da presidência (4º lugar), estando o pódio entregue a Nuno Markl, Público e Bruno Nogueira (respectivamente). O internauta das “secretas”, seguido por 50 deputados, 3 Jorges Lacões, 250 juízes, 459 advogados e 600 funcionários da Presidência do Conselho de Ministros, foi nomeado para os prémios internacionais da sua categoria, tem mais de dois mil amigos no Facebook, quatro mil amigos no Hi5, é o DJ da Blip Fm com mais amigos, reblips e props, e tem 9000 actualizações no Twitter, número só comparável às contas de dinossauros históricos do Twitter como Paulo Querido e José Afonso Furtado. Segundo a agência Lusa, outros “espiões” estão a conquistar preponderância na Web social, havendo já 23 contas de Twitter inscritas na categoria “espiões” da página wiki do Twitter Portugal.
4 de fevereiro de 2009
Cavaco criticou Sócrates em menos de 140 caracteres em post do Twitter da Presidência
O Presidente da República, Cavaco Silva, já está presente no YouTube, Sapo Vídeos, na rede social Twitter e na comunidade fotográfica Flickr. Depois da dificuldade sentida nos primeiros dias, Cavaco Silva parece estar a adaptar-se ao Twitter. Num post de 138 caracteres, Cavaco arrasou o Estatuto dos Açores, criticou a actual situação económica do país, acusou Sócrates de andar a iludir os portugueses, fez uma alusão discreta ao Freeport, ameaçou com eleições antecipadas, publicou um link directo para um foto no Flickr e explicou as razões do seu mais recente veto.
14 de janeiro de 2009
Especialistas desaconselham esquizofrénicos a terem twitter porque os leitores que os acompanham são chamados de followers ou seguidores
Segundo alguns especialistas, o Twitter, rede social que permite que os usuários enviem atualizações pessoais em forma de texto para os seus seguidores, poderá agravar os sintomas de pessoas com tendências para a esquizofrenia paranóide, sub-tipo mais comum da doença. “Um esquizofrénico abre uma conta no Twitter. Começa a escrever, começa a ter pessoas que o seguem, que demonstram interesse, interagem, comentam os textos, divulgam os seus textos e solicitam-no para retribuir. Como um esquizofrénico acredita que está a ser perseguido ou vigiado por alguém que tem a intenção de prejudicá-lo, isto não pode dar bom resultado. O facto de todos os textos só poderem ter 140 caracteres piora ainda mais a situação. Para um esquizofrénico, um texto curto é ainda mais enigmático”, afirmou um psiquiatra.
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