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25 de novembro de 2010
Estátua de Florbela Espanca no Parque dos Poetas em Oeiras já se enrolou com mais de 30 poetas
A estátua de Florbela Espanca tem reproduzido com total fiabilidade a vida tumultuosa, os afectos instáveis e a intensidade erótica da poetisa. Os 12 hectares do Parque dos Poetas, projecto da Câmara Municipal de Oeiras inaugurado em 2003, têm sido o cenário de algumas das manifestações de desejo lancinante mais excêntricas de sempre, fazendo os reality shows da TVI parecerem tão entediantes como o quarto de um casal português depois de alguns anos de casamento. Florbela já teve one night stands com as estátuas de Camilo Pessanha, Teixeira de Pascoaes, Mário de Sá-Carneiro, José Gomes Ferreira e José Régio, deu umas beijocas depois do jantar mas não chegou ao sexo com Vitorino Nemésio, Miguel Torga e Jorge de Sena, teve orgias com os heterónimos de Fernando Pessoa, sexo lésbico com Sophia de Mello Breyner Andresen e uma experiência swinger com Natália Correia, Eugénio de Andrade e David Mourão-Ferreira. Teve uma relação meramente fraternal com Ruy Belo e uma paixão assolapada não correspondida por António Gedeão, motivo que levou Florbela a andar uns metros para atirar-se para debaixo do comboio SATU.
26 de outubro de 2009
Luandino Vieira promete que em 2020 vai parar de contar a história e de explicar porque não aceitou receber o Prémio Camões em 2006
Três anos depois de ter recusado o Prémio Camões, alegando razões pessoais e íntimas e por não gostar de dinheiro, o escritor angolano José Luandino Vieira continua a falar obsessivamente sobre o assunto durante as sessões de apresentação da sua obra «O Livro dos Guerrilheiros», que acaba de ser editada em Portugal. “O meu livro fala do movimento que originou a República Popular de Angola, fala sobre o sentido e as motivações que radicam no fenómeno da guerrilha e dos guerrilheiros. A personagem principal é um guerrilheiro da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC). Um dia, o líder dessa guerrilha, Nzita Tiago, decidiu fazer uma condecoração a um guerrilheiro. O guerrilheiro recusou a condecoração. Alegou razões pessoais e íntimas e por não gostar de medalhas”, resumiu Luandino.
Luandino Vieira promete que em 2020 vai parar de contar a história e de explicar porque não aceitou receber o Prémio Camões em 2006
Três anos depois de ter recusado o Prémio Camões, alegando razões pessoais e íntimas e por não gostar de dinheiro, o escritor angolano José Luandino Vieira continua a falar obsessivamente sobre o assunto durante as sessões de apresentação da sua obra «O Livro dos Guerrilheiros», que acaba de ser editada em Portugal. “O meu livro fala do movimento que originou a República Popular de Angola, fala sobre o sentido e as motivações que radicam no fenómeno da guerrilha e dos guerrilheiros. A personagem principal é um guerrilheiro da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC). Um dia, o líder dessa guerrilha, Nzita Tiago, decidiu fazer uma condecoração a um guerrilheiro. O guerrilheiro recusou a condecoração. Alegou razões pessoais e íntimas e por não gostar de medalhas”, resumiu Luandino.
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