6 de outubro de 2006

Linguistas estudam significado e aplicação prática da medida cívica: "A partir de agora, com aquele fulano, é bom dia, boa tarde"

Especialistas de dezenas de países debateram, ontem, na Universidade de Coimbra, no âmbito do V Congresso da Associação de Ressabiados Compulsivos. O havaiano John Francisco, catedrático da Faculdade de Vending da Universidade de Arronches, frisou que, na história da Humanidade, "sempre existiram pessoas que optam por mudanças discretas de comportamento com a preocupação de não deixar provas evidentes de que a outra pessoa já não interessa e é merecedora de desprezo”. John alertou para o risco de algumas pessoas não saberem aplicar esta medida e levarem à letra a expressão. “Tenho conhecimento de pessoas que disseram ao vizinho bom dia boa tarde e agora, nunca conseguem estacionar à porta do prédio e adquirem todos os produtos pirateados pelo dobro do preço”.