1 de outubro de 2007

Multinacional comprou o naming dos furacões do Atlântico Norte para as próximas três temporadas

Uma empresa multinacional assinou um contrato com a Organização Meteorológica Mundial, entidade que selecciona o nome dos furacões para a Bacia do Atlântico. Esta parceria visa aumentar a notoriedade e visibilidade da marca. A empresa não pretende banalizar a marca nem desgastar a imagem através da sobreexposição. “Só damos o nome a furacões da categoria 4 ou 5 da escala de Furacões de Saffir-Simpson, os mais devastadores. Não faz sentido que a marca dê o nome a um ciclone ou mesmo a um furacão com ventos inferiores a 210 km/h, sem grandes inundações. Não estamos interessados a patrocinar furacões que provoquem evacuações inferiores a um milhão de pessoas", afirmou o director. A escolha de uma região específica está relacionada com o target de Classe A que a empresa definiu. "Fomos contactados pela Agência Australiana de Meteorologia e mantivemos reuniões para negociar com o Pacifico Norte Central. Não estamos interessados no mercado dos furacões severos e ainda menos em tempestades ciclónicas. O Pacífico e o Índico não rendem", afirmou o director da multinacional.