18 de novembro de 2010

Ordem dos Cabeleireiros denuncia hospitais sem condições para fazer permanentes, brushings e escadeados

Depois da Ordem dos Médicos Dentistas ter alertado para os branqueamentos dentários feitos de forma ilegal em cabeleireiros, esteticistas e parafarmácias, a Ordem dos Cabeleireiros alerta para os tratamentos de beleza efectuados pelos hospitais de forma ilegal, sem conhecimentos técnicos suficientes para o efeito e que poderão representar um perigo para a saúde pública. A Entidade Reguladora dos Cabeleiros está a investigar o Hospital Amadora-Sintra por alegadamente estar a fazer extensões de cabelo e a colocar unhas de gel, o Hospital de Santa Maria devido a serviços de coloração e depilação às virilhas, axilas e ao buço e o Hospital Garcia da Horta devido a alisamentos e desfrisagens. “Na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Pulido Valente existem neurocirurgiões que estão a fazer cortes de cabelo. Eles não sabem acertar as patilhas e no final nem sequer colocam o espelho atrás da nuca do cliente a perguntar se está bem”, afirmou Cátia Vanessa, Bastonária da Ordem dos Cabeleireiros.