3 de novembro de 2010

Empresas fundam ranchos folclóricos e associações para fugir aos impostos

Milhares de empresas estão a criar associações, agremiações desportivas e culturais para usufruir dos benefícios fiscais do estatuto de utilidade pública destas entidades e fugir aos impostos. O Clube do Riso, a Associação Nacional da Sesta, o Grupo dos Amigos do Pato Bravo, o Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, a Associação de Ténis da Nintendo Wii do Distrito de Viseu, o Grupo de Luta Contra a Extinção do Minotauro, a Associação Nacional a Favor do Uso da Fralda de Pano, a Associação de Poliamor de Lisboa e mais de 800 ranchos folclóricos estão a ser usados na fraude 'carrossel do IVA' e em frenéticas operações financeiras de centenas de milhões de euros para fugir ao IRC, IMI e Imposto Municipal Sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis.