11 de maio de 2006

Cientistas investigam causas do excessivo volume de kizomba em auto-rádios

Todos os condutores que apresentavam um volume acima do normal de kizomba, nos auto-rádios, foram imediatamente detidos para investigação. Foram forçados a fornecer a morada da sua residência, chaves de casa, nomes dos melhores amigos e familiares. Assim, quem ouve kizomba a altos berros no carro não sabe dançar kizomba e não tem amigos que se identifiquem com esta música nem com África. Segundo um cientista: “são pessoas com uma vida dupla que mantém em segredo a escuta de Kizomba no carro. Não gostam de Kizomba e nem um único CD de música africana têm em casa. Estes indivíduos, mal fecham o vidro, e depois de se certificarem que não está ali ninguém, ouvem Tony Carreira ou Scorpions. Segundo o mesmo investigador e em jeito de conclusão: “Estes indivíduos são carentes, frustrados e apenas ouvem kizomba em altos berros quando estão a conduzir com os vidros abertos em zonas de diversão nocturna. Eles fazem-no porque pensam que isso lhes dá estilo junto das raparigas e pensam que é assim que vão conseguir arranjar alguma coisa com elas”.