2 de junho de 2011

Cartas abertas em jornais terão de pagar selo

Depois de vários séculos de uso gratuito, a carta aberta, método pretensioso para lançar um repto público a alguém, vai passar a pagar selo dos correios. Os correios optaram por não cobrar a carta aberta ao longo destes séculos de forma a não quebrar a dinâmica de uma prática que estava numa fase de implementação inicial na sociedade portuguesa, tendo decidido alterar essa prática numa altura em que a empresa precisa de dinheiro e a prática da carta aberta atingiu a sua maturidade e conquistou o seu espaço. Segundo o vice-presidente dos CTT, Pedro Coelho, o valor do selo vai depender do grau de importância do assunto, do grau de importância social do destinatário e do número de caracteres. “Uma carta aberta à ministra da Educação de 5 mil caracteres num jornal com 40 mil exemplares de tiragem vai custar cerca de 120 euros de selo, 150 euros com aviso de recepção”, revelou.

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