5 de abril de 2006

Mantequilla BumBum

Biscoito já percebeu porque há desentendimentos dentro do Governo em relação ao folhetim " Vamos baixar ou manter a taxa de álcool no sangue permitida por lei para a condução?"

Esta questão é sensível e tal como na questão do aborto na volta é uma questão de consciência ou isso. Não posso dizer nomes porque metia-me em problemas. Há um governante de signo sagitário, que calça o 42 apesar de ter um pé 37, que disse-me "não podemos fazer de Portugal um país sem liberdade". Entre soluços e depois de beber mais um copo de bagaço feito pela quinta dele e vendida aos "camones" por uma boa maquia, continuou: "Ainda está por provar se o excesso de álcool prejudica a condução. Eu sinto-me muito melhor a conduzir bem bebido até porque é a unica maneira de meter o rádio alto ao som de grupos tecno de Leste, óculos da Oakley e engatar as pitas".

Outro Governante de signo Bollycao Light, dono de uma bela copa B pelo menos a partir das onze da noite às sextas-feiras, confidenciou-me: "Eu por mim até baixava a taxa de álcool mas tenho um grande amigo que faz parte do lobby do medronho e não troco essa amizade por dá cá aquela palha".

Outro governante, que é conhecido por dar palpites diariamente sem opinar objectivamente sobre nada permitindo que não se comprometa com nenhuma opinião, alertou para o perigo do lobby do Santal Light e do B! de Maçã, muito conotados com o lobby gay. E acrescentou: "Isto de baixar ou não a taxa de álcool é uma questão que divide o país. E como em tudo as forças secretas e ocultas da sociedade portuguesa estão em constante luta sangrenta. Ena c´um caraças se eu começo para aqui a falar do que sei, ui ui. De um lado temos a Maçonaria que quer manter a taxa e do outro lado a Opus Dei que quer baixar a taxa. Depois há aqui grupos separatistas ligados à cerveja sem álcool, a máfia da Coca-Cola e das Sprites todas ou pirolitos como eu dizia no meu tempo, que querem a sua parte do negócio, ai não. É inegável que as forças puritanas ligadas a Bento XVI, Padre Borga e Maria José Nogueira Pinto estão muito ligados a essa organização sionesa que são os iogurtes liquídos com a conivência do grupo do Manecas que vende iogurtes de pedaços ao Lidl. Do outro lado temos essa força diabólica do grupo do Whisky de Malte e de vários sub-agrupamentos nalguns casos com apoio dos oficiais milicianos do vinho espirituoso, Licor Beirão ou os “Tias Marias And Lícor de Merda Band” outras vezes mais próximos do Camilo Alves aquele dos vinhos de mesa. Nesta caldeirada anda metida a malta da vinhaça para evitar que a taxa desça e aqui estão muitos destes empresários dos copos e mais. Há um grupinho que trabalha na penumbra que é o grupo do “Cheirinho” que actua com o apoio das marcas de café e mais não digo, o Quinito, o rei das mousses de chocolate e o Mon Cheri, esse maluco. Só lhe digo que o filme Padrinho ao pé disto é o Noddy.