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21 de janeiro de 2011

Geeks revoltados depois de saberem que a nacionalização do BPN custa um iPad a cada português

A nacionalização do Banco Português de Negócios custa 5,3 mil milhões de euros, o que dará 498 euros a cada português, situação que está a provocar uma enorme quebra de popularidade de Cavaco Silva junto dos geeks e fanáticos da Apple. “O BPN vai custar-me praticamente o mesmo que um iPAD WIFI + 3G de 16 Gigas. A Caixa Geral de Depósitos teve de aumentar o capital em um milhão de iPads só para segurar o BPN. Até me dói o coração”, lamentou um fanático.  

30 de novembro de 2010

Banca portuguesa está financeiramente mais sólida que a irlandesa graças às comissões abusivas

O argumento da relativa boa saúde da banca portuguesa e o facto de não ter tido exposição aos activos tóxicos ou subprime imobiliário tem sido utilizado para distinguir a situação portuguesa da situação irlandesa, que precisa de pelo menos 90 mil milhões de euros para fazer face às necessidades urgentes de refinanciamento e recapitalização da sua banca. “Os bancos irlandeses não fazem maroscas a mudar os spreads dos créditos de habitação, não têm essas coisas giras das comissões sobre despesas de manutenção e sobre gestão de processos, não vendem extractos bancários, não cobram comissões sobre amortizações antecipadas de créditos e comissões de 15 euros por cada reenvio de correspondência devolvida, não multam 30 euros por contas a “descoberto”, não cobram quase 4 euros por cada levantamento ao balcão e não cobram essa fantástica comissão de 5 euros por pedido de "informação verbal". Assim é fácil ter bons rácios de solvabilidade. Cambada de chico-espertos”, acusou o primeiro-ministro da Irlanda, Brian Cowen.

3 de dezembro de 2009

Pessoas que compram casas em leilões de bancos são atacadas por fantasmas da Cofidis

Os leilões de casas pertencentes aos bancos, resultantes da execução de hipotecas por incumprimento, duplicaram desde o ano passado, sendo que muitos imóveis são recentes e reincidentes nas operações de leilões. Tal como nos filmes de terror, em que as casas assombradas vão amaldiçoando todas as pessoas que as vão habitando, os compradores de casas a leilão começam progressivamente a enfrentar fenómenos sobrenaturais inexplicáveis com repercussões graves nas taxas de esforço. “A pessoa está a dormir, de repente as janelas do quarto abrem-se e a brisa traz um cheque com um montante de crédito pré-aprovado para usar em compras. Ouvem-se vozes do Além a dizer "Dinheiro já! Podes ter 5000 euros na tua conta. Escolhes o valor da mensalidade e pagas quando quiseres". Os botões dos elevadores de prédios com casas leiloadas, em vez de terem os números normais do R/C até ao 8º andar, têm a sequência do número da Cetelem", afirmou uma jurista do gabinete de apoio ao endividado da DECO